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	<title>Comentários em: A Co-Dependência, Amor ou Maldição?</title>
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	<description>Psicoterapeuta</description>
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		<title>Por: Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-288</link>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 09:28:48 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Maria, como refiro no artigo a co-dependência tem tratamento que obviamente integrará a melhoria da sua auto-estima. É uma questão de procurar ajuda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Maria, como refiro no artigo a co-dependência tem tratamento que obviamente integrará a melhoria da sua auto-estima. É uma questão de procurar ajuda.</p>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-286</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 13:55:46 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sofro tanto cokm isso,agora que li este artigo tenho a certeza de que sou um co-dependente,pelo simples fato de não ter o meu amor próprio em virtude de uma depressão do passado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sofro tanto cokm isso,agora que li este artigo tenho a certeza de que sou um co-dependente,pelo simples fato de não ter o meu amor próprio em virtude de uma depressão do passado&#8230;</p>
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		<title>Por: Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-282</link>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 13:31:15 +0000</pubDate>
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		<description>O seu receio de recair é real e é frequente nas relações de co-dependência precisamente porque se sente que não se consegue sobreviver sem a outra pessoa. A preocupação com a outra pessoa, neste caso o seu marido tem na verdade a ver consigo mesma, com a possibilidade de não conseguir afastar-se e tolerar a separação. No entanto já foi corajosa o suficiente para tomar a decisão de pôr fim a uma relação que se tornou destrutiva para si. Esta decisão é resultado do seu amor próprio, da necessidade de se proteger e cuidar de si. Mantenha-se firme e afaste-se recorrendo à ajuda de amigos e ou familiares bem como considerar a possibilidade de ter apoio psicoterapeutico para a ajudar a recuperar duma situação tão destrutiva bem como prevenir futuras relações em que normalmente se repetem os mesmos padrões de comportamento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O seu receio de recair é real e é frequente nas relações de co-dependência precisamente porque se sente que não se consegue sobreviver sem a outra pessoa. A preocupação com a outra pessoa, neste caso o seu marido tem na verdade a ver consigo mesma, com a possibilidade de não conseguir afastar-se e tolerar a separação. No entanto já foi corajosa o suficiente para tomar a decisão de pôr fim a uma relação que se tornou destrutiva para si. Esta decisão é resultado do seu amor próprio, da necessidade de se proteger e cuidar de si. Mantenha-se firme e afaste-se recorrendo à ajuda de amigos e ou familiares bem como considerar a possibilidade de ter apoio psicoterapeutico para a ajudar a recuperar duma situação tão destrutiva bem como prevenir futuras relações em que normalmente se repetem os mesmos padrões de comportamento.</p>
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		<title>Por: maria</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-280</link>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 20:24:07 +0000</pubDate>
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		<description>cheguei a conclusao depois de ler td que sou uma co-dependente, casei ha tres anos e desde o começo ele era ciumento, o ciume foi aumentando e eu aceitando, mudando e as vezes deixando de falar com pessoas por causa dele. ele chegou a bater no meu filho na época com 7 anos e eu perdoei por &quot;amá-lo&quot; . De uns dois meses pra ca ele tem bebido bastante nos finais de semana, chega sempre bebado, esqueceu que eu so estou em casa no sabado e domingo, sai volta a noite e eu cuido da bebedeira, limpo a sujeira, e depois cuido da ressaca , esse final de semana ele saiu demorou a voltar e eu falei uma bobagem na hora da raiva e depois me desculpei, mas ele nao desculpou, no domingo me xingou muito na frente do meu filho, fiquei em desespero e resolvi me separar, mas ele vai ter que sair de casa somente daqui uns 15 dias, eu estou dormindo com meu filho, falo so o necessario com ele, para não ter uma recaida, as pessoas não entendem pq acontecem essas recaidas, só quem tem o problema sabe pq perdoo, as vezes eu acho que amo, as vezes acho que não, não quero mais ficar com ele, mas ai penso se ele vai ficar bem, se não vai ficar sem comer, sem se cuidar, eu faço td por ele, até comida no prato, por favor me ajude.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>cheguei a conclusao depois de ler td que sou uma co-dependente, casei ha tres anos e desde o começo ele era ciumento, o ciume foi aumentando e eu aceitando, mudando e as vezes deixando de falar com pessoas por causa dele. ele chegou a bater no meu filho na época com 7 anos e eu perdoei por &#8220;amá-lo&#8221; . De uns dois meses pra ca ele tem bebido bastante nos finais de semana, chega sempre bebado, esqueceu que eu so estou em casa no sabado e domingo, sai volta a noite e eu cuido da bebedeira, limpo a sujeira, e depois cuido da ressaca , esse final de semana ele saiu demorou a voltar e eu falei uma bobagem na hora da raiva e depois me desculpei, mas ele nao desculpou, no domingo me xingou muito na frente do meu filho, fiquei em desespero e resolvi me separar, mas ele vai ter que sair de casa somente daqui uns 15 dias, eu estou dormindo com meu filho, falo so o necessario com ele, para não ter uma recaida, as pessoas não entendem pq acontecem essas recaidas, só quem tem o problema sabe pq perdoo, as vezes eu acho que amo, as vezes acho que não, não quero mais ficar com ele, mas ai penso se ele vai ficar bem, se não vai ficar sem comer, sem se cuidar, eu faço td por ele, até comida no prato, por favor me ajude.</p>
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		<title>Por: Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-270</link>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 15:55:24 +0000</pubDate>
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		<description>Parece-me que há um conflito dentro de si entre os sentimentos que nutre por esta pessoa, refere mesmo que se apaixonou por ele e que tem desejo  por ele e a não correspondência desta pessoa à sua idealização de companheiro e pai dos seus filhos. É frequente apaixonarmo-nos por pessoas que não correspondem às nossas idealizações o que não é necessáriamente impeditivo de termos relações gratificantes e saudáveis com elas. Caber-lhe-á pesar os aspectos positivos e menos favoráveis desta relação para poder tomar uma decisão. Sem tomar essa decisão para si não poderá renunciar ao desejo pelo outro. Por outro lado, pode sempre decidir manter um envolvimento com alguém em determinadas condições embora corra o risco de com o decorrer do tempo sentir-se cada vez mais vinculada afectivamente aquela pessoa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que há um conflito dentro de si entre os sentimentos que nutre por esta pessoa, refere mesmo que se apaixonou por ele e que tem desejo  por ele e a não correspondência desta pessoa à sua idealização de companheiro e pai dos seus filhos. É frequente apaixonarmo-nos por pessoas que não correspondem às nossas idealizações o que não é necessáriamente impeditivo de termos relações gratificantes e saudáveis com elas. Caber-lhe-á pesar os aspectos positivos e menos favoráveis desta relação para poder tomar uma decisão. Sem tomar essa decisão para si não poderá renunciar ao desejo pelo outro. Por outro lado, pode sempre decidir manter um envolvimento com alguém em determinadas condições embora corra o risco de com o decorrer do tempo sentir-se cada vez mais vinculada afectivamente aquela pessoa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria Isidro</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-266</link>
		<dc:creator>Maria Isidro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 00:15:43 +0000</pubDate>
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		<description>Estou separada à oito anos. Apaixonei-me entretanto mas não há compromisso entre nós. Nesta relação voltei a ter prazer sexual. não acredito nesta relação porque não é o tipo de homem para viver comigo e com os meus filhos. Zangamos muitas vezes mas por causa do desejo sexual voltamos a encontrarmo-nos. Como posso renunciar ao prazer sexual se tenho essa vontade?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou separada à oito anos. Apaixonei-me entretanto mas não há compromisso entre nós. Nesta relação voltei a ter prazer sexual. não acredito nesta relação porque não é o tipo de homem para viver comigo e com os meus filhos. Zangamos muitas vezes mas por causa do desejo sexual voltamos a encontrarmo-nos. Como posso renunciar ao prazer sexual se tenho essa vontade?</p>
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		<title>Por: Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-260</link>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 17:52:08 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Fábio, a situação que descreve é uma situação típica de co-dependência. A única solução para o seu problema é afastar-se desse rapaz de forma definitiva, evitando todas as possibilidades de contacto porque a tentação de o contactar será grande. É muito positivo que esteja a diminuir o consumo de cocaína que se tornou o substituto do seu namorado ou pelo menos uma forma de preencher o vazio que sente deixado por ele. Focar no trabalho e em pessoas que gostem verdadeiramente de si são boas alternativas. Recorrer à psicoterapia, grupos de auto-ajuda, fazer exercício, cuidar de si são outras estratégias para se sentir melhor consigo mesmo e recuperar a sua auto-estima. Aconselho-lhe o livro referido no final do texto &quot;Vencer a Co-dependência...&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Fábio, a situação que descreve é uma situação típica de co-dependência. A única solução para o seu problema é afastar-se desse rapaz de forma definitiva, evitando todas as possibilidades de contacto porque a tentação de o contactar será grande. É muito positivo que esteja a diminuir o consumo de cocaína que se tornou o substituto do seu namorado ou pelo menos uma forma de preencher o vazio que sente deixado por ele. Focar no trabalho e em pessoas que gostem verdadeiramente de si são boas alternativas. Recorrer à psicoterapia, grupos de auto-ajuda, fazer exercício, cuidar de si são outras estratégias para se sentir melhor consigo mesmo e recuperar a sua auto-estima. Aconselho-lhe o livro referido no final do texto &#8220;Vencer a Co-dependência&#8230;&#8221;</p>
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		<title>Por: Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://www.ruiferreiranunes.com/artigos/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/comment-page-1/#comment-259</link>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 17:43:36 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Maria, não tenho elementos suficientes para poder avaliar o seu irmão como pode calcular. Os diagnósticos de depressão maior e transtorno bipolares não são incompatíveis com a perturbação dependente da personalidade e a co-dependencia, que por sua vez são dois diagnósticos diferentes. O acompanhamento psiquiátrico parece-me fundamental para uma pessoa com as caracterísiticas do seu irmão, o que não exclui a psicoterapia. Pelo contrário, o tratamento psicoterapeutico poderá ajudar o seu irmão de forma complementar ao tratamento psiquiátrico e é aconselhável para qualquer dos diagnósticos referidos. Tenho muito pouco conhecimento de psicoterapeutas no Porto mas deverá pedir referencias no hospital onde o seu irmão está a receber tratamento. Se fôr no hospital de S. João, o professor Júlio Machado Vaz será uma excelente referência e fonte de referencias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Maria, não tenho elementos suficientes para poder avaliar o seu irmão como pode calcular. Os diagnósticos de depressão maior e transtorno bipolares não são incompatíveis com a perturbação dependente da personalidade e a co-dependencia, que por sua vez são dois diagnósticos diferentes. O acompanhamento psiquiátrico parece-me fundamental para uma pessoa com as caracterísiticas do seu irmão, o que não exclui a psicoterapia. Pelo contrário, o tratamento psicoterapeutico poderá ajudar o seu irmão de forma complementar ao tratamento psiquiátrico e é aconselhável para qualquer dos diagnósticos referidos. Tenho muito pouco conhecimento de psicoterapeutas no Porto mas deverá pedir referencias no hospital onde o seu irmão está a receber tratamento. Se fôr no hospital de S. João, o professor Júlio Machado Vaz será uma excelente referência e fonte de referencias.</p>
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